Diante da inegável digitalização global, empresas de vários setores migraram processos e conexões para o ciberespaço a fim de otimizar as operações e obter melhores resultados.
Para garantir a segurança das informações e dos dados trocados virtualmente, foram criados vários padrões para assegurar que a facilidade oferecida pelos sistemas tecnológicos não comprometa a privacidade e a proteção dos usuários.
De acordo com o estudo Cost of a Data Breach (Custo de uma violação de dados) realizado pela IBM em parceria com o Ponemon Institute, mais de 1,5 bilhão de registros serão comprometidos em 2024, resultando em uma perda média de US$ 4,88 milhões por ataque. O estudo analisou 604 organizações que sofreram violações entre março de 2023 e fevereiro de 2024 e descobriu que 56% dos vazamentos envolviam ambientes de armazenamento em nuvem.
Diante dessa realidade e da crescente demanda por proteção digital, os líderes e as equipes de segurança da informação devem manter suas organizações em conformidade com a legislação que rege o uso de dados de usuários internos e externos nos sistemas corporativos.
Aqui estão os principais regulamentos que ajudam a garantir a integridade, a privacidade e a credibilidade das empresas no ambiente digital.
Leis de proteção de dados para empresas
Uma das principais referências mundiais nesse cenário é a International Organization for Standardisation (ISO), responsável pelo desenvolvimento de normas técnicas aplicáveis a diversos setores, inclusive o de segurança digital. Atualmente, mais de 160 países adotam essas normas como base para proteger suas operações e os dados de seus usuários.
Na área de segurança cibernética, a série de normas ISO 27000 é a mais relevante.
Uma das mais importantes é a ISO 27001, que define os requisitos para estabelecer, implementar e melhorar continuamente um sistema de gerenciamento de segurança da informação que se concentra na prevenção e no gerenciamento de riscos.
Outro marco é a Lei Geral de Proteção de Dados (GDPR), que regulamenta o uso de dados pessoais e exige que as empresas tomem medidas rigorosas para evitar vazamentos, fraudes e uso indevido de informações. A LGPD também fortalece os direitos do consumidor, como privacidade, transparência e controle sobre seus próprios dados.
Por que aplicar essas medidas de segurança cibernética?
Estar ciente dessas regras e regulamentos é essencial para um comportamento responsável e excelente. Um erro pode ter graves consequências financeiras, jurídicas e de reputação. Por isso, cabe ao profissional manter-se atualizado, garantir a conformidade nas operações e adotar uma postura preventiva e estratégica no combate às ameaças cibernéticas.
Investir em padrões de segurança não é apenas uma questão de conformidade - trata-se de proteger ativos valiosos, criar a confiança do cliente e garantir a sustentabilidade das operações no mundo digital. Confie em soluções especializadas, como as tecnologias preventivas da tuvis, que protegem as comunicações por meio de canais de mensagens, reduzem os riscos cibernéticos e garantem a conformidade com as leis e normas existentes.
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