À medida que o mundo digital se expande, as empresas de varejo e comércio eletrônico estão usando a tecnologia para aumentar suas ofertas de produtos e alcançar uma base de clientes mais ampla sem as restrições do espaço físico. A digitalização também é vista como um benefício para os consumidores: de acordo com o estudo Consumer Insights Q1 2024 da Kantar , 54% dos consumidores preferem a conveniência dos canais digitais ao fazer compras.
Dado o impacto e a relevância da digitalização no varejo, as empresas do setor devem considerar constantemente estratégias para fortalecer sua presença digital. Além de desenvolver plataformas intuitivas com foco na jornada do cliente, as empresas de comércio eletrônico enfrentam desafios relacionados a fraudes e vulnerabilidades tecnológicas que ameaçam tanto a funcionalidade quanto a reputação da marca.
O Relatório de Varejo 2024preparado pela Adyen em colaboração com o Centro de Pesquisas Econômicas e Empresariais (CEBR)aponta que o setor varejista global tem sido um dos principais alvos de atividades fraudulentas, com uma perda média de US$ 2,9 milhões. Somente no Brasil, esses ataques resultaram em um prejuízo médio de R$ 8,5 milhões e são mais significativos em segmentos como varejo de luxo e eletrônicos.
A pesquisa também mostra que mais de um terço (37%) das empresas brasileiras sofreram ataques cibernéticos ou vazamentos de dados, afetando suas operações comerciais e a segurança de seus clientes. Esses incidentes podem levar ao roubo de identidade e ao uso indevido de informações bancárias, resultando em perdas significativas para as vítimas.
Como mitigar os riscos de fraude e de segurança cibernética?
Nesse cenário de vulnerabilidade, 25% dos consumidores brasileiros dizem que se sentem mais inseguros ao fazer compras hoje do que há uma década, devido ao aumento do risco de fraude. Portanto, a adoção de soluções sofisticadas de comércio eletrônico, desde o atendimento ao cliente até a conclusão da compra, é essencial para conquistar clientes e fortalecer os negócios.
Atualmente, estão disponíveis soluções robustas que podem identificar padrões e comportamentos suspeitos. A primeira etapa é identificar as plataformas usadas pelos varejistas e garantir a segurança cibernética nesses canais digitais. Um dos canais mais usados pelos grandes varejistas é o WhatsApp.
De acordo com RD Station74% do setor varejista já utilizam o aplicativo para suas estratégias de vendas e comunicação. Em 2023, o Magazina Luiza passou a utilizar o WhatsApp para ampliar seus canais de venda, oferecer um catálogo completo e melhorar a experiência do cliente, desde a descoberta do produto até o atendimento pós-venda. Atualmente, o líder do varejo mantém uma média de 40 milhões de interações com os consumidores por meio do aplicativo de mensagens instantâneas.
Ao implementar as soluções de segurança corretas, as empresas podem expandir sua presença digital e, ao mesmo tempo, reduzir as vulnerabilidades nos canais de mensagens. As tecnologias de segurança cibernética da Tuvis, por exemplo, integram medidas de proteção eficazes, como o monitoramento proativo.
Ao integrar o sistema de prevenção contra perda de dados (DLP) ao WhatsApp, os executivos e gerentes de vendas e suporte podem identificar ameaças e atividades suspeitas, como o compartilhamento de dados bancários ou números de previdência social, que podem comprometer a segurança da empresa e de seus clientes.
A preferência pelo comércio eletrônico é uma realidade global que promove a acessibilidade, a velocidade e a facilidade de compra. No entanto, a inovação deve ser acompanhada de estratégias bem estruturadas para minimizar os pontos fracos da infraestrutura operacional. Para vendas e atendimento via canais de mensagens, conheça as soluções da tuvis e fortaleça seu negócio com sofisticação e credibilidade.




